La casa de papel

(Photo credit: IMDb)

Descobri a série por acaso na Netflix, mas após o primeiro episódio confesso que desliguei e não voltei a pôr-lhe a vista em cima, até ver a febre viral que se espalhou pelas redes sociais sobre a mesma.
Qual vizinha alcoviteira, decidi ir quadrilhar a mais recente ‘cusquice’ da vizinhança.

Aprofundei o assunto, afinal de contas se é para soltar a língua sobre alguma novidade, há que o fazer com conhecimento de causa. E foi assim que dei inicio à maratona ‘tipográfica’ de uma casa que de frágil nada tinha, mas que tudo era sobre ‘papel’.

O segundo episódio já te deixa agarrada à série e não te deixa desistir mais, enquanto não sabes o que vem a seguir.
Durante 3 dias tornei-me eremita e quase que parecia o abominável homem das neves pelo retiro que a série me levou a fazer, tal a sede de saber o que ia acontecer no episódio seguinte.
Enquanto não finalizei a série, não consegui descansar.

É uma série cheia de acção, onde a estratégia e a inteligência se alia as habilidades que cada ser humano desenvolve ao longo das suas vivências.
O cenário é o mais simples de todos – a casa da moeda espanhola, onde um grupo ladrões aceita o convite de um estratega brilhante, que durante toda a sua vida planeou, meticulosamente, o assalto a Casa mais importante de toda a Espanha.

Este homem misterioso, que se intitula ao longo de toda a série como o ‘Professor’ recruta os 8 ladrões (Tóquio, Moscovo, Nairóbi, Rio, Berlim, Oslo, Helsínquia e Denver), para serem os protagonistas do ambicioso plano, onde o objectivo será imprimir 2,4 bilhões de euros.
Cada um deles tem um papel decisivo para o sucesso de todo o esquema, pois para que o plano resulte são precisos 11 dias, 67 reféns, muito jogo de cintura e o uso das suas maiores capacidades.

Como boa Vizinha alcoviteira digo-te desde já que há romances proibidos, mortes controladas, suspense a cada episódio, e um role de momentos limites que te vão provocar aneurismas constantes –  tal irá ser a falta de ar com que vais ficar –  a cada um deles.

A serie espanhola foi criada para a Antena 3 por Álex Pina em  Maio de 2017 e em Dezembro do mesmo ano foi inteligentemente comprada pela Netflix, que a adicionou ao seu catálogo e já esta a tornar-se um sucesso nas casas Portuguesas.

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